Você pede em português.O SQL chega agendado.
Aponte o modelo que a sua empresa já paga para o banco que já está no ar. Ele lê o schema, escreve a consulta e propõe o horário e o fuso — você revisa e aplica. Daí em diante é o DataRunner que executa, formata e entrega por e-mail, WhatsApp, Telegram ou webhook.
Vindo do PopSQL? Suas queries entram em minutos.
O PopSQL está em suporte limitado — sem recursos novos, e com um desligamento adiado sem data nova. Zipe a pasta do Git sync e importe: as queries chegam nas mesmas pastas, e {{variáveis}} viram :variáveis ligadas como parâmetro.
Plano grátis sem prazo e sem cartão.
- 01
Importa o que você tinha
Pasta do Git sync ou .sql avulso, com prévia antes de criar qualquer coisa. As condições Liquid ({% if %}, {% case %}) continuam funcionando.
- 02
O mesmo jeito de trabalhar
Editor com autocomplete, edição ao vivo em equipe, variáveis, pastas, comentários, gráficos, dashboards e o papel Explorer.
- 03
E vai além
Entrega agendada também por WhatsApp, Telegram, Teams e webhook, monitoramento de bancos e servidores, e a IA do seu provedor com a sua chave.
Roda em cima do banco que você já tem
Conexão por TLS, credencial cifrada em repouso com AES-GCM.Mais 6 conectados só para verificação de disponibilidade.
E-mail, WhatsApp, Telegram, Slack, Discord, webhook, PagerDuty e Opsgenie.
Claude, GPT e Gemini, com a sua própria chave — nenhum modelo nosso no meio.
No Business. 60 s no Team, 2 min no Pro e 5 min no Solo.
Como funciona
Da frase ao relatório entregue, sem nenhuma etapa que exija engenharia.
A etapa que exigia SQL agora tem quem a escreva. Você continua revisando tudo antes de aplicar — o modelo propõe, o produto só executa o que foi aprovado.
Pedir
Conecte o Claude, o GPT ou o Gemini com a sua própria chave. O modelo lê o schema da conexão e devolve a consulta pronta, o cron, o fuso e o nome do relatório; quando o pedido é de operação, devolve o monitor e a rota de alerta. Sempre como proposta — nada existe antes de você marcar a caixa.
Conectar
Aponte para o banco que já está no ar. A credencial é cifrada em repouso com AES-GCM, o caminho é TLS, e em PostgreSQL, MySQL, SQL Server e SQLite o schema aparece na hora para você navegar antes de escrever a primeira linha.
Consultar
Uma bancada SQL de verdade: destaque de sintaxe, autocomplete do seu schema e parâmetros entre chaves duplas. Rode uma vez, veja o resultado e o custo estimado antes de agendar qualquer coisa. Cada versão salva fica guardada.
Relatórios
Uma expressão cron e o fuso daquele agendamento — não o do workspace, o daquele agendamento. O histórico guarda cada execução, com duração, número de linhas e o erro quando houve.
Entregar
CSV, Excel, PDF ou a tabela no corpo do e-mail; mensagem no WhatsApp e no Telegram; POST assinado no seu webhook. Regras de entrega decidem o que sai: pular quando vier vazio, escalar acima de um limite de linhas.
Vigiar
Monitores de endpoint HTTP e servidores com agente próprio, no mesmo lugar. Quando cai, o incidente abre sozinho, a rota de alerta aciona quem está de plantão e a página de status pública responde antes de alguém perguntar.
Marketing
Planeje campanhas, acompanhe os envios em andamento e consulte a entrega concluída com público, taxa de entrega e falhas no mesmo painel.
E também
O que mais tem aqui dentro.
Nada disto é módulo à parte nem produto vendido em separado: são telas do mesmo console, sobre as mesmas conexões. Quase tudo é limitado por volume — quantos, com que frequência, por quanto tempo. As exceções são quatro, e estão ditas onde aparecem: pipelines, chaves de API e rotas de alerta com plantão entram no Team; o log de auditoria, no Business.
Dados
- Catálogo
- O schema lido da conexão, com uma descrição sua em cada coluna — que volta no autocompletar do editor e na busca.
- Métricas
- Defina "receita" uma vez. Escreva {{metric:receita}} em qualquer consulta e ela expande ali — relatório, painel e consulta avulsa dão a mesma resposta.
- Qualidade
- Frescor, nulos, unicidade e contagem de linhas testados a cada execução. Falhou, o webhook sabe.
- Notebooks
- Células de SQL em ordem, com o resultado ao lado. Para investigar; o que presta vira consulta salva.
Automação
- Dashboards
- Painéis de consultas em treze desenhos — de tabela e número a dispersão, mapa de calor, treemap e funil. Link público com senha e validade, ou um iframe para a TV da parede.
- Pipelines
- Consultas encadeadas com cron e fuso próprios, e cada passo dizendo o que fazer se falhar: parar o resto ou seguir. Do Team para cima.
- Syncs
- O resultado copiado para fora no horário marcado: webhook, Google Sheets ou Slack — sempre depois do mascaramento.
- Insights
- Latência das consultas, tendência de falhas, mapa de calor das execuções e a pressão dos servidores, num lugar só.
Pessoas
- Contatos e listas
- Campos que você inventa, importação de planilha, segmento por filtro e descadastro com escopo de workspace ou de lista.
- Campanhas
- E-mail com template próprio, variáveis preenchidas por destinatário e a entrega acompanhada ao vivo.
- Sequências
- Passos com espera entre eles — "dois dias depois do anterior" —, disparados à mão, por formulário ou pela API.
- Formulários
- Uma página pública com captcha que vira contato e entra na lista sozinha. O HTML de embed sai pronto.
Operação
- Monitores e hosts
- HTTP, TCP, DNS, certificado, banco e heartbeat; mais CPU, memória e disco dos servidores, por um agente que só envia.
- Plantão e rotas
- Quem é acionado, em que canal e em que ordem, com escalonamento por atraso. Os incidentes abrem e fecham sozinhos em todo plano; as rotas com plantão, do Team para cima.
- Páginas de status
- A página pública que responde antes de alguém perguntar, alimentada pelos mesmos monitores.
- Governança
- Papéis com permissão por recurso, passkeys, 2FA e mascaramento de coluna — em todo plano, inclusive o grátis. O log de auditoria exportável é do Business.
Em 90 segundos
Todo time de dados constrói o mesmo caminho — consulta, planilha, e-mail, repetir. Aqui ele já vem construído.
Da conexão ao primeiro relatório entregue, sem cortes — e tudo à mão. É o mesmo caminho que o assistente percorre por você, para você ver que não há mágica nenhuma no meio.
Planos
Comece de graça. Pague quando o volume justificar.
Sem cobrança por consulta e sem cobrança por linha lida. O plano define volume, não recurso — os conectores são os mesmos em todos.
Uma pessoa, um banco. Sem prazo para acabar.
- 1 usuário · 1 conexão
- 3 agendamentos · 500 consultas/mês
- 500 e-mails/mês · 5.000 linhas por consulta
- 1 monitor · 1 host
- Verificação a cada 5 min
- 100 contatos · 2 dashboards
- 14 dias de histórico
- 30 pedidos à IA inclusa/mês · 100 e-mails sem provedor próprio
ou R$ 790/ano (2 meses grátis)
Até três pessoas e alguns bancos.
- 3 usuários · 5 conexões
- 20 agendamentos · 3.000 consultas/mês
- 5.000 e-mails/mês · 50.000 linhas por consulta
- 5 monitores · 5 hosts
- Verificação a cada 2 min
- 1.000 contatos · 10 dashboards
- 90 dias de histórico
- 300 pedidos à IA inclusa/mês · 1.000 e-mails sem provedor próprio
ou R$ 1.970/ano (2 meses grátis)
O time inteiro rodando em cima de dados.
- 10 usuários · 25 conexões
- 100 agendamentos · 50.000 consultas/mês
- 50.000 e-mails/mês · 1.000.000 linhas por consulta
- 50 monitores · 25 hosts
- Verificação a cada 60 s
- 10.000 contatos · 25 dashboards
- 1 ano de histórico
- 1.500 pedidos à IA inclusa/mês · 5.000 e-mails sem provedor próprio
- Tudo do Pro, mais chaves de API, pipelines e rotas de alerta com on-call
Escala, governança e auditoria. Preço pelo seu volume.
- 50 usuários · 100 conexões
- 500 agendamentos · 500.000 consultas/mês
- 500.000 e-mails/mês · 10.000.000 linhas por consulta
- 500 monitores · 250 hosts
- Verificação a cada 15 s
- 100.000 contatos · 200 dashboards
- 3 anos de histórico
- 5.000 pedidos à IA inclusa/mês · 20.000 e-mails sem provedor próprio
- Tudo do Team, mais logs de auditoria e suporte prioritário
Valores em real, cobrados pela Stripe — por mês, ou por ano em um pagamento único com dois meses grátis. Fora do Brasil os mesmos planos são cobrados em dólar; o checkout escolhe a moeda pelo país. Você troca ou cancela o plano quando quiser. O Business é cotado por empresa e faturado — fale com a gente.
Dúvidas
Perguntas que aparecem antes de começar
Respostas curtas e exatas — os mesmos fatos que um assistente citaria.
O que é o DataRunner?
O DataRunner é uma ferramenta de relatórios em SQL agendados e monitoramento de infraestrutura. Você conecta um banco, escreve uma consulta e define um agendamento; ele executa o SQL, formata o resultado em CSV, Excel, PDF ou HTML e entrega por e-mail, WhatsApp, Telegram, Slack, Discord, webhook, PagerDuty e Opsgenie. Também monitora endpoints HTTP e servidores, abre e fecha incidentes e publica páginas de status públicas.
Uso o PopSQL. Consigo migrar para o DataRunner?
Sim. O PopSQL está em suporte limitado: sem recursos novos, e o desligamento anunciado para 1º de setembro de 2026 foi adiado sem data nova. Zipe a pasta que o Git sync dele gerava (ou envie um .sql avulso) e importe em Configurações → Importar: cada arquivo vira uma query na mesma pasta, {{variáveis}} viram :variáveis ligadas como parâmetro e as condições Liquid ({% if %}, {% unless %}, {% case %}) continuam funcionando. Editor em equipe com edição ao vivo, variáveis, dashboards, envio agendado e Git sync nos dois sentidos estão lá. Ainda não executamos projetos dbt Core.
Quais bancos de dados o DataRunner suporta?
Ele conecta a 29 tipos de banco. 23 executam consultas — incluindo PostgreSQL, MySQL, SQL Server, SQLite, MariaDB, Redshift, Oracle, ClickHouse, BigQuery, Snowflake, Databricks e Athena. Seis bancos NoSQL (MongoDB, Redis, Cassandra, Neo4j, InfluxDB, DynamoDB) são monitorados quanto à disponibilidade, mas não consultados, por não serem SQL.
Quanto custa o DataRunner?
São quatro planos, cobrados por mês em reais via Stripe: Solo a R$ 0, Pro a R$ 79, Team a R$ 197 e Business com preço sob consulta. Cartão de fora do Brasil pode pagar em dólar (US$ 19 e US$ 49). Todo plano inclui todos os conectores — o plano define volume (conexões, agendamentos, monitores, intervalo de checagem, histórico), não quais recursos você tem.
Existe plano gratuito?
Sim, e ele não expira. O plano Solo é um usuário e uma conexão, com 3 agendamentos, 500 consultas por mês, 1 monitor, 1 host, intervalo de checagem de 5 minutos e 14 dias de histórico — com webhooks, exportação, alertas de falha e mascaramento de colunas. Não é preciso cartão de crédito para começar.
Como os relatórios são entregues?
Os relatórios saem em CSV, Excel (XLSX), PDF ou HTML embutido por oito canais: e-mail, WhatsApp (Meta Cloud API), Telegram, Slack, Discord, webhooks assinados, PagerDuty e Opsgenie. O WhatsApp ainda está em beta. Regras de entrega podem pular uma execução que não retornou linhas ou escalar quando o resultado passa de um limite.
A IA escreve o SQL mesmo? Como funciona?
Sim. Você conecta o Claude, o GPT ou o Gemini com a sua própria chave em Configurações → Integrações — não revendemos modelo nem embutimos o nosso, então o consumo é cobrado direto pelo provedor. O modelo lê o esquema da conexão escolhida e devolve a consulta; quando o pedido diz quando deve rodar, devolve também a expressão cron, o fuso daquele agendamento e o nome do relatório. Pedidos de operação ("me avisa se o portal cair, no Slack") viram monitor e rota de alerta. Tudo chega como proposta na tela: nada é criado antes de você aprovar item a item.
O que o DataRunner manda para o modelo de IA?
O seu pedido e a estrutura do banco — nomes de tabela, de coluna e os tipos, mais as descrições que você escreveu no catálogo. Linhas da sua base não são enviadas. A chamada sai do nosso servidor para o provedor que você conectou, com a sua chave, e a resposta não é guardada além da consulta que você salvar. O assistente é opcional: sem chave conectada, o produto inteiro funciona igual, escrevendo o SQL à mão.
O DataRunner é uma ferramenta de BI ou ETL?
Nem um nem outro, embora encoste nos dois. Existem dashboards — painéis de consultas desenhadas como tabela, número, linha, barra ou pizza, com link público —, mas não há construtor de gráficos de arrastar e soltar: a fonte de um widget é sempre uma consulta SQL salva. E existem pipelines e syncs, que encadeiam consultas e copiam o resultado para webhook, Google Sheets ou Slack — mas não há transformação entre data warehouses nem modelagem dimensional. A régua é essa: ele lê do banco que você já tem e leva o resultado para onde as pessoas estão.
Como o DataRunner protege as credenciais do meu banco?
As credenciais de conexão e a configuração dos canais ficam cifradas em repouso com AES-GCM, e a chave não mora na mesma tabela. O tráfego usa TLS entre você e o serviço e entre o serviço e o seu banco, quando o servidor oferece. O acesso é controlado por papéis com permissão por recurso, passkeys e autenticação em dois fatores, e políticas de coluna mascaram campos sensíveis para quem não deve vê-los.
Como funciona o monitoramento, e é seguro?
O DataRunner checa endpoints HTTP, saúde de banco e expiração de TLS, e coleta CPU, memória, disco e mais de servidores que rodam um agente push-only. O agente não guarda credenciais de banco e não aceita comando remoto; incidentes abrem e fecham sozinhos, rotas de alerta acionam um plantão e páginas de status públicas mostram o resultado.
Onde o DataRunner roda — navegador, desktop, on-premise?
O console web em console.datarunner.app é o produto completo. Há um app desktop para Windows e Linux (o macOS ainda não foi lançado), e o agente de monitoramento roda em Windows e Linux, x86-64 e ARM64.
Conecte um banco e diga o que você quer ver.
O modelo escreve a consulta e propõe o horário e o fuso. Você aprova. O resto é nosso.