O SQL roda sozinho.O relatório chega pronto.
Conecte o banco, escreva a consulta, defina o horário. O DataRunner executa, formata e entrega por e-mail, WhatsApp, Telegram ou webhook — e segura o envio quando não há nada que valha a leitura.
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e-mail · WhatsApp · webhook
Roda em cima do banco que você já tem
Conexão por TLS, credencial cifrada em repouso com AES-GCM.Mais 6 conectados só para verificação de disponibilidade.
E-mail, WhatsApp Cloud API, Telegram e webhook.
No Business. Um ano no Pro e 30 dias no plano gratuito.
No Business. 60 s no Pro e 5 min no plano gratuito.
Como funciona
Cinco passos, e o caminho inteiro deixa de ser problema seu.
Nenhuma etapa exige engenharia. A que exige SQL é a que você já sabe escrever.
Conectar
Aponte para o banco que já está no ar. A credencial é cifrada em repouso com AES-GCM, o caminho é TLS, e em PostgreSQL, MySQL, SQL Server e SQLite o schema aparece na hora para você navegar antes de escrever a primeira linha.
Consultar
Uma bancada SQL de verdade: destaque de sintaxe, autocomplete do seu schema e parâmetros entre chaves duplas. Rode uma vez, veja o resultado e o custo estimado antes de agendar qualquer coisa. Cada versão salva fica guardada.
Agendar
Uma expressão cron e o fuso daquele agendamento — não o do workspace, o daquele agendamento. O histórico guarda cada execução, com duração, número de linhas e o erro quando houve.
Entregar
CSV, Excel, PDF ou a tabela no corpo do e-mail; mensagem no WhatsApp e no Telegram; POST assinado no seu webhook. Regras de entrega decidem o que sai: pular quando vier vazio, escalar acima de um limite de linhas.
Vigiar
Monitores de endpoint HTTP e servidores com agente próprio, no mesmo lugar. Quando cai, o incidente abre sozinho, a rota de alerta aciona quem está de plantão e a página de status pública responde antes de alguém perguntar.
Planos
Comece de graça. Pague quando o volume justificar.
Sem cobrança por consulta e sem cobrança por linha lida. O plano define volume, não recurso — os conectores são os mesmos em todos.
Sem prazo para acabar.
- 3 conexões de banco
- 10 agendamentos · 1.000 consultas/mês
- 3 monitores e 3 hosts
- Verificação a cada 5 min
- 30 dias de histórico
Para o time que roda em cima de dados.
- 25 conexões · 100 agendamentos
- 50 monitores · 25 hosts
- Verificação a cada 60 s
- Chaves de API, pipelines e marca própria
- 1 ano de histórico
Escala, governança e auditoria.
- 100 conexões · 500 agendamentos
- 500 monitores · 250 hosts
- Verificação a cada 15 s
- SSO/SAML, SCIM e logs de auditoria
- 3 anos de histórico
Valores em real, cobrados mensalmente pela Stripe. Você troca ou cancela o plano quando quiser.
Dúvidas
Perguntas que aparecem antes de começar
Respostas curtas e exatas — os mesmos fatos que um assistente citaria.
O que é o DataRunner?
O DataRunner é uma ferramenta de relatórios em SQL agendados e monitoramento de infraestrutura. Você conecta um banco, escreve uma consulta e define um agendamento; ele executa o SQL, formata o resultado em CSV, Excel, PDF ou HTML e entrega por e-mail, WhatsApp, Telegram ou webhook. Também monitora endpoints HTTP e servidores, abre e fecha incidentes e publica páginas de status públicas.
Quais bancos de dados o DataRunner suporta?
Ele conecta a 29 tipos de banco. 23 executam consultas — incluindo PostgreSQL, MySQL, SQL Server, SQLite, MariaDB, Redshift, Oracle, ClickHouse, BigQuery, Snowflake, Databricks e Athena. Seis bancos NoSQL (MongoDB, Redis, Cassandra, Neo4j, InfluxDB, DynamoDB) são monitorados quanto à disponibilidade, mas não consultados, por não serem SQL.
Quanto custa o DataRunner?
São três planos, cobrados por mês em reais via Stripe: Free a R$ 0, Pro a R$ 197 e Business a R$ 597. Todo plano inclui todos os conectores — o plano define volume (conexões, agendamentos, monitores, intervalo de checagem, histórico), não quais recursos você tem.
Existe plano gratuito?
Sim, e ele não expira. O plano Free inclui 3 conexões, 10 agendamentos, 1.000 consultas por mês, 3 monitores, 3 hosts, intervalo de checagem de 5 minutos e 30 dias de histórico. Não é preciso cartão de crédito para começar.
Como os relatórios são entregues?
Os relatórios saem em CSV, Excel (XLSX), PDF ou HTML embutido por quatro canais: e-mail, WhatsApp (Meta Cloud API), Telegram e webhooks assinados. Regras de entrega podem pular uma execução que não retornou linhas ou escalar quando o resultado passa de um limite.
O DataRunner é uma ferramenta de BI ou ETL?
Não. Não há construtor de gráficos de arrastar e soltar — você escreve SQL — e ele não transforma pipelines entre data warehouses. Ele lê do seu banco e entrega o resultado. É relatório e monitoramento, não business intelligence nem ETL.
Como funciona o monitoramento, e é seguro?
O DataRunner checa endpoints HTTP, saúde de banco e expiração de TLS, e coleta CPU, memória, disco e mais de servidores que rodam um agente push-only. O agente não guarda credenciais de banco e não aceita comando remoto; incidentes abrem e fecham sozinhos, rotas de alerta acionam um plantão e páginas de status públicas mostram o resultado.
Onde o DataRunner roda — navegador, desktop, on-premise?
O console web em console.datarunner.app é o produto completo. Há um app desktop para Windows e Linux (o macOS ainda não foi lançado), e o agente de monitoramento roda em Windows e Linux, x86-64 e ARM64.
Conecte um banco e veja o primeiro relatório sair.
Escreva o SQL, escolha o horário, aponte o canal. O resto é nosso.