O que é verificado
- Endpoint HTTP: código de resposta esperado, tempo limite e, opcionalmente, um trecho que precisa aparecer no corpo.
- Conexão de banco: o mesmo teste de saúde que a tela de conexões usa, agora no relógio.
- Certificado TLS: o monitor avisa antes de o certificado vencer, não depois.
De onde a verificação sai
Por padrão a verificação parte dos nossos servidores, pela internet pública. Isso não alcança um endereço interno — e não deve: a mesma regra que recusa sair para uma rede privada é a que impede alguém apontar um “monitor” para o serviço de metadados da nuvem.
Para um endereço que só a sua rede alcança, mande a verificação rodar por um agente instalado nela. O agente mede o código de resposta e o tempo; quem decide se está no ar continua sendo o servidor, com as expectativas que você configurou no monitor. Um veredito só, num lugar só.
| O que monitorar | Quem verifica |
|---|---|
| Um endereço público | nossos servidores |
| Um serviço na máquina X | o agente, por checagem de serviço |
| Um endereço interno da empresa | o agente, por verificação HTTP |
A tela avisa na hora de criar quando o endereço não é alcançável de fora, e mostra quais dos seus agentes poderiam verificá-lo. Antes disso a falha só aparecia na décima verificação seguida.
Intervalo e limites
| Plano | Monitores | Intervalo mínimo |
|---|---|---|
| Free | 1 | 5 minutos |
| Pro | 50 | 60 segundos |
| Business | 500 | 15 segundos |
Do erro ao incidente
Uma falha isolada não abre incidente — a rede tem soluços e um alerta por soluço treina todo mundo a ignorar alerta. O incidente abre quando as falhas passam do limite que você definiu, e fecha sozinho quando as verificações voltam a passar. A duração registrada é do começo da primeira falha, não do momento em que o incidente abriu.